Namorada está grávida de outro

Tenho uma relação com minha namorada muito concreta. Ela é a mulher que sempre sonhei, estivemos juntos por 5 anos praticamente casados, morando juntos, se respeitando e vivendo bem, até o último ano.
Neste último ano tivemos muitas brigas e acabei por terminar contra a vontade dela, não quis dar “um tempo” e decidi de não nos vermos mais, me mudei e segui minha vida.
O problema é que nós nos gostamos muito, e pouco tempo depois – 2 meses – já estávamos juntos novamente, alinhados e trabalhando para resolver nossos problemas passados.
Acontece que descobri hoje que neste período, logo após nossa separação ela ficou com um cara e acabou transando sem camisinha. Agora ela está grávida de outro, o melhor amigo de infância, desolada, sem apoio familiar e isso implica nela voltar a sua cidade, largar a vida construída e me deixar. Nesses 5 anos ela nunca falhou ou me desapontou nesse quesito, sempre foi fiel e muito dedicada. Não sei o que faço, se a deixo ir e supero isso ou se assumo a criança e luto pela nossa história.
Ps. O amigo já disse não ser interessado em assumir a criança com ela, fugiu, sumiu e não dá sinal. de retorno.

15 Comentários

  • manuela 17 de março de 2016

    Assumir a criança legalmente é dever do pai biológico. Quanto a você, pode se a ama reatar o relacionamento com a garota, acolhendo o filho dela. E se a ama, fora de questão pensar em ‘nunca pisou na bola comigo’, pois quando ela esteve com outro, vocês estavam separados.

    Resposta
  • Sabetudo 17 de março de 2016

    Vc não pode assumir filho de outro, pirou? Ela tem que arcar com as consequências da própria escolha, não fique com peninha dela achando que ela é uma santa, acorda! Ela que crie o filho dela sozinha, pra aprender o que é bom… E vc caia fora dessa mulher pq ela vai fazer da sua vida um inferno. Vc tem a vida toda pela frente não estrague tudo por causa de uma mulher que não merece.

    Resposta
  • Curta e Grossa 18 de março de 2016

    O amigo dela não tem querer, vai assumir e dar pensão, pois é filho dele e agora, depois do papelão que fez, aí que tem que assumir mesmo! Caso ele não queira ver, conviver, sem problema, mas pensão vai dar, sim. Não assuma achando que ele vai ficar feliz de ver que outro assumiu, pois o filho é dele e um dia o ele pode querer registrar, direito dele, então é melhor que isso seja feito agora.

    Resposta
    • Lana 14 de janeiro de 2019

      A pergunta dele não foi se ele deve assumir o filho dela !
      Até por que sabe mto bem fazer isso sozinha
      Ele quer saber se ele tentaria uma vida com a pessoa q ele ama . Entende?

  • Werther 18 de março de 2016

    Você terminou com ela,então deu o direito dela ficar com outro. O triste foi que, em tão pouco tempo, ela cometeu um erro crucial, engravidou de uma pessoa que nem amava e não se cuidou de DSTs. Esse cara é um babaca, transou com ela, não se preveniu e ainda diz não querer assumir o filho – o que está fora de questão, a lei existe.
    Se quer reatar, espero que voltem a ser felizes, afinal, sempre se amaram e esse término nem era pra ter ocorrido. Se você viver com ela, assumirá também o filho, lembre-se disso. A criança não tem culpa e vocês podem ser felizes, os três, pai não é só quem faz, quem cria como pai também o é.
    Boa sorte a você, espero que saiba lidar com isso e que ela seja feliz também, pois errou na fragilidade. E o babaca lá, tem que assumir o erro dele, cobrem isso.

    Resposta
  • Jeny 20 de março de 2016

    Olha conheço uma história assim como a sua, sabe o que aconteceu o namorado assumiu a criança que não era dele, casou com a namorada e registrou a criança no nome dele, esse casal estão casado até hj faz mais de 40 anos, e depois tiveram um casal de filhos….essa história é a história dos meus pais e meu irmão mais velho…meu ama muito, teve tudo que eu e meu outro irmão tivemos, e muito amor.
    Tem a secretária da minha cunhada tbm, que aconteceu algo parecido, ficou grávida o cara não queria assumir e nesse período ela conheceu o marido dela, que sabia que ela estava gravida do ex namorado, casou com ela e registrou o Miguelzinho no nome dele e tem muito amor por ele, e ai se alguém falar que a criança não é dele…fica bravo. Depois de 6 meses o ex viu as fotos o Miguelzinho no face e veio querer assumir, então o irmão dela colocou o cara pra correr, e tudo isso já faz 2 anos e meio.
    Tem meios legais do pai biológico abrir mão da paternidade, consulta um advogado, assim vcs terão segurança que esse cara nunca vai chegar perto de vcs.
    Se vc ama ela lute por ela, foi um momento de dor, uma forma de superar a dor que ela estava sentido de ter perdido vc, são poucas pessoas que entendem isso.

    Resposta
    • Amanda 29 de setembro de 2019

      Ela tava sofrendo tanto por perdelo que não penso duas vezes antes de transa com o “amigo” e quem garante que ela já não tenha feito isso antes, as pessoas são muito superficial dizem que ama, mais não demoro nem um dia para está caso outro.

  • Antonio Divo Tulio 4 de janeiro de 2017

    Boa tarde. Me chamo Antonio e estou vivendo exatamente essa situação. Conheci minha atual namorada quando ela estava no final do relacionamento com o ex namorado. O rapaz não quis assumir a reponsabilidade de ser pai e eu hoje estou por assumi-la, pois nos próximos dias minha namorada que eu estou apaixonado estará dando a luz a um lindo bebe.
    Quando contei para minha família sobre isso , em primeiro momento teve um pequeno espanto, mas hoje eles me dão mo maior apoio e querem que eu seja muito feliz.
    Tenho um pouco de medo sobre o que vai acontecer depois que a criança nascer, pois sei que terei vários problemas e terei que ter pulso firme para passar por cima de tudo isso.
    Quanto a história do nosso amigo acima, minha opinião é que você deve tomar pulso firme e assumir esse filho como se fosse seu, e mostre a todos o seu caráter e de sua namorada. Não culpe ela por esse pequeno deslize, por que é como Jesus disse “Quem nunca errou que atire a primeira pedra”
    Desejo ao casal que sejam muito felizes.

    Resposta
  • Na dúvida fuja... 31 de janeiro de 2017

    Acho que o fato de você vir aqui para ouvir a opinião de desconhecidos é porque está em dúvida. Na dúvida é melhor não assumir responsabilidades. Isso é o que a razão sugere.
    Agora vou contar a minha experiência que tem alguma semelhança em alguns aspectos com a sua e de algumas pessoas que comentaram aqui. Tive uma relação sexual com uma mulher que havia recentemente rompido o namoro de 9 anos. Logo após ela reatou o namoro com o cara. Porém, me informou que estava grávida e que tinha dúvida de quem era o pai.
    Não tivemos condições de fazer o exame de DNA invasivo. Ademais, apesar de ser mínimo, havia risco de abortamento nesse procedimento. A partir daí, discretamente, passei a acompanhar a gestação dela, dando atenção na medida do possível. Contribui financeiramente para a organização do enxoval da criança e é claro com essa aproximação culminou na continuidade das relações sexuais.
    Por outro lado, o namorado dela fazia companhia na sua casa, levava para as clínicas com a finalidade de fazer os exames de pré-natal, comprou um berço que custou os olhos da cara. Entretanto, quando chegou a primeira parcela entregou para a mãe da criança pagar.
    Buscando administrar essa situação de modo que ocorresse o mínimo de prejuízo emocional para todas as partes, durante a gravidez combinei com ela que quando a criança nascesse ela registraria a criança só nome dela, visto que a mãe dela está em estado terminal e tem uma aposentadoria gorda, ficaria mais fácil de incluir a criança como dependente no INSS e a concessão da consequente pensão post mortem.
    Continua no próximo comentário…

    Resposta
  • Na dúvida fuja... 31 de janeiro de 2017

    Quando a criança atingisse a maioridade, que fosse consequentemente cortada a pensão, aí se alteraria seu registro para constar o nome do pai seja quem fosse. Independente disso se fosse minha eu pagaria pensão e se fosse do cara se ele viesse a farrapar metia-lhe um processo judicial, exigindo pensão alimentícia se não fosse concedido ou cortado a pensão post mortem para a criança. Com isso a mãe da criança também não perderia a qualidade de vida de classe média que tem. Ela fingiu que concordou.
    Ocorre que depois de 20 dias do nascimento da criança, requeri o registro para fazer o DNA, a mãe por sua vez disse que o namorado e a mãe dele perderam o registro de vivo, que faria o requerimento e o hospital entregaria em 10 dias. Vencido o prazo requeri novamente, oportunidade na qual depois de muito relutar ela me informou que não aguentou a pressão do namorado e da mãe dele, vindo a registrar a criança com o nome do cara como pai. As pessoas envolvidas aqui são todas adultas e de idade madura. Mesmo assim veja que idade não é sinônimo de agir com sapiência.
    A criança está com dois meses e durante esse período tenho pago pensão espontaneamente. A mãe da criança me informou também que a mãe do namorado é bondosa em dá roupas de qualidade a criança, mas tanto ela como o filho são, sobretudo, controladores, de modo que se os atos praticados em relação a criança não for como eles querem, simplesmente cegam, momentaneamente e desprezam a criança.
    Continuação no próximo comentário…

    Resposta
  • Na dúvida fuja... 31 de janeiro de 2017

    Encomendei dois kits de coleta para realização dos exames de DNA em laboratórios diferentes. Já encaminhei as amostras, na segunda semana de fevereiro vou receber os resultados. Estou torcendo de dedo cruzado para que não seja minha, já faz mais de um ano que não durmo direito, minha gastrite nervosa vive me triturando, tenho enxaquecas e depressão por causa dessa situação. Tem prejudicado também na evolução da minha vida profissional. Mas até aqui de modo algum agi com desprezo com a criança, em todos os meus encontros sempre a cerquei de cuidados e carinho.
    Se não for minha, terei literalmente me salvado de um problema com previsão de dor de cabeça até no mínimo a menina se tornar adulta. Agora se for minha filha, a bagunça vai ser grande porque, eu vou na mesma semana que chegar o DNA, entrar com uma ação declaratória de paternidade cumulada com anulação parcial do registro civil para excluir o nome do cara, colocar o meu e retificar o sobrenome da criança.
    Acredito que o cara não fará questão, mas se fizer então vai ter que se submeter a estudo psicológico e social com a finalidade de prepará-lo para essa nova realidade. Porque não tolerarei que filha minha seja utilizada como instrumento de vingança em briguinha de casal, não permitirei nem um tipo de maltrato ou descuido para com a criança.
    Continuação no próximo comentário…

    Resposta
  • Na dúvida fuja... 31 de janeiro de 2017

    Então sugiro que você veja bem aonde está entrando. Talvez essa seja a oportunidade de você recomeçar com outra pessoa. Esses tipos de relações envolvendo criança no meio são mais profundas e podem deixar sequelas psicológicas inimagináveis. Mulher e homem é o que não falta no mundo. Se você e ela já não estavam se entendendo, imagine agora com uma criança que não é sua filha.
    Você encontrará alguém que lhe proporcionará mais felicidade do que essa relação que findou porque não estava bem e que se retornar será com uma outra pessoa que você não conhece e nem ela mesma conhece, ela vai dá atenção a criança se for uma boa mãe, você estará em segundo plano, se você assumir a paternidade vai dá prioridade a criança também. Se durante a infância da criança o pai resolver fazer parte da criação poderá conseguir judicialmente a guarda compartilhada que na prática geralmente dá uma confusão danada, porque não somos civilizados ainda para esse tipo de convivência, aí vai ter mais um desconhecido na sua vida que você será obrigado a se relacionar com a finalidade de manter o vínculo com a criança.
    Continuação no próximo comentário…

    Resposta
  • jorge 25 de janeiro de 2018

    isso aconteceu comigo, minha esposa encontrou o ex, ela teve uma recaida, passou a sair e ficou gravida, o cara mudou de cidade. Ela me chamou pra uma conversa e me colocou a par de tudo, registrei a criança como minha filha e estou muito feliz, corno conciente, porem feliz

    Resposta
  • Marcos 9 de setembro de 2018

    Não nseja trouxa de assumir mulher com filho de outro!! Mulher assim n vale o que come, se não fez com você você não tem obrigação de assumir o lixo que ela tem na barriga, peça pra ela abortar , ou mande ela dar a criança pra adoção. Não assuma esse lixo

    Resposta
  • Maycon 22 de abril de 2019

    Estou passando por isso e nao sei como lidar.

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *