Criança mimada e Esposa insatisfeita

Comecei a namorar uma mulher que tem uma criança. Na fase de namoro as coisas foram muito bem, embora eu percebesse que a criança sempre foi extremamente mimada não imaginei que seria um problema, erroneamente julguei que eu poderia contornar essa situação facilmente.

Moramos juntos há pouco mais de 1 ano e sinto que estou no limite de largar a relação.
Eu construí a casa que moramos com minhas próprias mãos + um pedreiro que topou construir comigo por um valor da mão de obra bem abaixo do mercado.
Por conta da construção da casa estou com uma dívida absurda e vou demorar uns anos até conseguir quitar tudo.

A criança dela tem 6 anos, porém, apresenta um comportamento de aprox. 3 anos. Exemplos:
Não toma banho sozinha, não guarda os brinquedos, não se veste sozinha, usa fralda, come o que quer e na hora que quer, entre outros comportamentos que me incomodam profundamente.

Caso eu me posicione, minha esposa afirma ser implicância de minha parte.
Minha esposa também normalmente me trata diferente quando está perto da filha.
Fala como se eu fosse criança e fica tipo brigando.
Me tratando da mesma forma que a criança dela.

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Me casei nova por impulso

Sinto como se tivesse uma voz (instinto?) dizendo: Pula fora enquanto ainda pode.
Estou meio perdido no momento.
Minha esposa parece nunca estar satisfeita com as coisas que faço por ela.
Parece sempre estressada. Sempre descontando alguma frustração dela em mim. Estou bem saturado disso.

4 Comentários

  1. É o que acontece quando se namora uma mãe solteira né. Precisava de uma dose de redpill. Sinto muito por você, melhor Ch estar ela de volta para casa dos pais antes que ela acione a justiça contra você e tome a casa que você tanto se esforçou para construir.

  2. Está claro que sua esposa tem traumas do passado, até pela forma como ela trata uma criança de 6 anos como se fosse 3 anos. O melhor caminho é chegar nela e dizer o que você acha, e tbm aconselhar ela a procurar um psicologo para criança e tbm fazer terapia, tem muita coisa mal resolvida na vida dela por isso que como casal vocês dois não estão funcionando

  3. Cara, se você ler outros relatos aqui sobre relacionamentos com mãe solteira verá que é quase o igual o que você passa. Digo a você não é fácil, mas como tudo é maravilhoso no início, você só percebe com o tempo a furada que você se meteu.
    Não sei o tempo exato que você está com ela e se o pai biológico é presente, mas espere que essa criança ainda vai fazer parte do seu orçamento, prepare-se para herdar pastilhas e boletos ao longo dos anos, exceto se ela tiver situação financeira confortável ou boa pensão do ex, que não é o que parece.
    Preparar-se para gastar muito mais, prepare se para perder seus nervos, líbido, tempo para fazer as coisas que você gosta. Pois o padrasto na verdade é o famoso e bom capacho.
    Mas sugiro você conversar primeiro com ela, um papo sério e depois se não tiver jeito, pegue as coisas dela bote no seu carro e deixe na casa dos pais dela, troque a chave e quando ela chegar, despache ela para casa dela.
    Teve segurança jurídica quanto a casa que construiu e prepare-se para o inferno, pois quando envolve $$$ ou imóvel, se transforma em meus bens ao invés de meu bem.

  4. Caro colega, Essa criança dificilmente reconhecerá uma suposta autoridade de “pai” entre você e ela. Ainda que muitos digam “Pai é aquele que cria”, ela pode simplesmente jogar na sua cara, quando estiver mais crescida, que você não é o pai dela e isso significará sua desmoralização. É muito complicado envolvimento com pessoas que têm filhos de outros relacionamentos (sejam mulheres ou homens). Não é qualquer pessoa que tem “tato” para aguentar muitas situações que se originam nesses casos. Você é um homem “livre” nesse sentido, porque ficar carregando os problemas de um filho que não é seu? Recomendo que você pese numa balança sobre os motivos que o levarão a se casar com essa pessoa e se eles ainda fazem sentido para você. É preciso muita calma e serenidade nessas horas para tomar uma decisão dessas, afinal ninguém casa-junta esperando se separar. Pense muito e quando tomar sua decisão final, que esta seja firme! Lembro que a criança em si não é o problema, mas as responsabilidades que advém de cuidá-la e criá-la é que devem ser levados em consideração.

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