Amo meu namorado, mas ele é grudento e quero terminar

desabafos de problemas no namoro e relações serias

Eu estou namorando há quatro meses e nunca pensei que encontraria alguém tão perfeito como ele. Ele faz tudo por mim, é muito carinhoso e atencioso. Ele era cantor de funk e ladrão, largou isso e arrumou um emprego para ficar comigo. O problema é que ele é muito grudento, desde que começamos a namorar nos vemos TODOS os dias e eu sempre fui aquele tipo de pessoa que gosta de ficar só. Ele tinha me pedido em casamento e eu aceitei, só que agora fico pensando em terminar para voltar a ser independente. Outra coisa que me deixa com medo é o fato de ele ter crise epilética, quer dizer, esse não é o problema, o problema é ele não se cuidar direito, aí eu fico com medo dele perder o emprego por ter crises no serviço e ele começar a ficar nas minhas costas ou voltar a roubar depois que a gente casar. A gente discutiu diversas vezes por conta disso, mas como ele não lembra das crises, ele pensa que não tem e é a gente que fica falando para botar medo nele. O que eu faço? Tô com muito medo, porque não quero fazer ele sofrer, mas não quero sofrer tambémm.

5 COMENTÁRIOS

  1. Particularmente, não acredito em mudanças significativas de uma pessoa que têm uma natureza rebelde, pois você mesma citou que ele já foi ladrão e cantor de funk. Hoje ele está empregado e talvez esteja querendo fazer a coisa certa, pela crença de que você estará com ele, o apoiando e mantendo o relacionamento, mas você só conhece de fato a pessoa frente às dificuldades. Vc está certa com a sua preocupação, pois a realidade é que você é não sabe se ele irá escorregar novamente na vida quando perceber que o que ganha, não for o suficiente para manter uma casa, especialmente um filho ou quando perder seu emprego. Ele deveria pensar antes de casar, voltar a estudar, caso contrário, sempre estará na berlinda do mercado profissional, dependendo de sub- empregos e o que não garantirá um futuro para a família que formar. No mínimo fazendo cursos de especializações técnicas, para ter aonde se apoiar, caso em algum momento perco emprego e não volte para o crime.

  2. Se ele tem epilepsia diagnosticada, procure se informar porque, ou muito me engano, um dos aspectos dessa doença é manter na pessoa um certo traço de ‘grude’ em relação às outras pessoas e a uma certa ‘teimosia meio obstinada’ em relação às coisas.
    Se ele é doente e não liga para a doença, a tendência é o agravamento. Eu, no seu lugar, não aceitaria alguém na minha vida que se recusasse e melhorar se tratando adequadamente.

  3. Vc se interessou por ele porque era um traste, cantor de funk e ladrão segundo suas próprias palavras, depois que ele “endireitou” e se mostrou “grudento” e apaixonado, já deixou de ser atraente pra vc. Procure um vagabundo, que é do que vcs gostam, e seja feliz.

  4. Diogo, pelo contrário, quando me apaixonei por ele, ele tinha saido dessa vida por causa do acidente que causou a epilepsia nele. O meu medo era justamente ele perder o emprego por não conseguir lidar com a doença e voltar pra essa vida, que foi justamente o que aconteceu, pois até mesmo na empresa em que ele trabalhava ele negava as crises quando elas aconteciam na frente das outras pessoas e nós terminamos, pois a situação já estava insustentável. Não queria alguém traste ou vagabundo como vc mesmo citou, queria alguém que fosse meu companheiro, alguém direito.
    Ao que me parece, vc nem ao menos se deu a trabalho de ler meu post direito, simplesmente enxergou o que queria usando os óculos da sua experiência pessoal. Mas tudo bem, seguirei seu último conselho e serei feliz 😘.

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