Problemas da Vida

Falta de pessoas para me escutar

Vim aqui para desabafar claro.. sou do tipo de pessoas que não tem muitos amigos mas tenho várias colegas.. mas estou começando a duvidar desses que dizem ser meus amigos.. sempre que eles tem problemas me contam e eu escuto, falo minha opinião porem quando eu tenho algo para contar ninguém me escuta.. já falei para eles porem eles não entendem e continuam na mesma.. estou querendo me afastar e ficar só na minha.. porque já não suporto mais isso!! para terminar acho que estou apaixonada por um cara só que a gente briga demais.. então resolvemos largar…eu saio e tal tento me divertir porem não tiro ele da cabeça nenhum momento.. acho que ele também gosta de mim só que somos dois orgulhos e pelo jeito vou ficar sofrendo muito tempo em segredo que o caso parece não ter volta….estou muito triste

4 Comentários

  1. Oi sou Fernanda moro em Lisboa e sei muito bem como é isso ,sem ninguem pra falar ninguem pra entender o que realmente estamos sentindo.Estou aqui se queres conversar

  2. Fez bem em desabafar-se, querida. E a propósito do que disse, gostaria de deixar aqui algumas palavras.
    De fato há um limite entre ser bondoso e entre ser permissivo. Se eu permito voluntariamente que pessoas procedam de modo a me esgotar, voluntariamente ‘me’ deixo esgotar, portanto. É que a palavra mais difícil de dizer talvez seja a palavra Não: temos talvez vergonha de parecer ruins, desafetivos, desatenciosos ou maldosos.
    <as isso não é verdade, em absoluto. Tudo às vezes nos relacionamentos humanos podem ser comparados a uma conta-corrente bancária: um (ou vários) apenas a retirar, enquanto um somente apenas deposita!
    Então adivinha quem vai falir?…
    E é essa a sensação de esgotamento e revolta que sentimos, porque permitimos voluntariamente e/ou sem sentir que o(s) outro(s) retire(m) muitas das nossas reservas.
    Mesmo um carro se recusa a trafegar se está sem combustível. Então porque nós, seres humanos, muito mais nobres, ainda prosseguimos?
    Talvez porque nos tenhamos por inexauríveis, também.
    É uma inverdade. Devemos estabelecer limites para nós mesmos, pois é medida saudável de convivência, que deve ser por todos acolhida e praticada.
    Pense nisso: se compro um terreno, devo eu providenciar murá-lo a modo de não vê-lo invadido. E é bem provável que ainda assim esse muro esteja passível de violação!
    Devo sem alardes mantê-lo e refazê-lo se preciso for.
    Não devemos temer. Amorosa e serenamente podemos deixar claro nossos limites, 'refazendo nosso muro' sempre que necessário: nos recolhendo para recobrar energias a tempo de não precisar parar de todo por falta de combustível.
    E se um e todos me compreendem nisso, ótimo!, eu me alegro e sigo adiante; e se um ou todos não o fazem, ótimo também!, eu me mantenho alegre e do mesmo modo sigo adiante.
    O caminho é meu e unico, e somente eu posso caminhar por ele e ninguém por mim. E isso vale para todos nós.

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